domingo, 13 de novembro de 2016

Crítica: Elle

O filme que representa a França na corrida por uma vaga ao Oscar\2017, é dirigido por um veterano do cinema e um veterano da vida, que promove um verdadeiro confronto. Partindo de um estupro brutal, engendra um filme cheio do temido "bom humor ácido", realizando um mergulho em duas palavras que estão no centro das discussões da sociedade: desconstrução e empoderamento. Aqui nada acontece como você espera, nada vai de encontro com seus pré-conceitos e até as mentes que se julgam mais libertárias se sentirão incomodadas. É o recado, magistral, de uma das lendas do cinema, no auge dos seus 80 anos.




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