domingo, 27 de maio de 2018

O caso Morgan Freeman



O nome dela é Chloe Melas. É a repórter da CNN, quem começou a investigação e que alegou ter vivido uma situação desconfortável com Morgan Freeman. Grávida de 6 meses, foi entrevistar o ator por ocasião do lançamento de um filme e, ao entrar na sala, alega que ali se iniciaram comentários de cunho sexuais, olhares, até que, em determinado momento, em meio a comentários sobre a gravidez da profissional, Morgan solta "Eu queria ter estado lá". O episódio chamou a atenção da repórter, pasma com aquele comentário e sentiu-se desconfiada. Foi o estopim do início de uma investigação. A repórter começou a falar com várias pessoas. Conversou com Tyra Martin, que fez por aí de 9 entrevistas com o ator e que diz em que, em todas as vezes, havia um comportamento inapropriado, mencionando que, em uma das vezes, foi arrumar a saia e ouviu do ator "não abaixe a saia agora". A investigação chegou também a empresa do ator e parece se constatar que lá também havia o mesmo comportamento. O resultado é que, até o presente momento, a CNN conversou com 16 pessoas e ,dessas, pelo menos 8 mulheres admitiram situações desconfortáveis, toques desconfortáveis e comentários constrangedores. 

O ator vem se defendendo, dizendo estar devastado, dizendo que os oitenta anos de sua vida podem ser destruídos num piscar de olhos; disse também que qualquer acusação é falsa e que jamais assediou alguém ou criou ambiente inseguro, onde algo, como aumento ou emprego, se trocasse por sexo. 

Que se investigue, que se averigue, que se denuncie, que se fale sobre, seja sobre quem for e que qualquer tipo de assédio e a cultura do assédio chegue ao fim.

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